Entre os vários homens que não prestam nesse nosso Brasil, havia um que prestava, cujo nome era João.
Entre os vários Joãos, o nome dele era João Silva de Sousa Lima, mas conhecido como seu João.
Seu João tinha 74 anos e gostava de trabalhar. Morava só numa barracãozinho velho que construiu no seu lote, comprado com tanto esforço e suor.
E os filhos?
Os três filhos que ele tem casaram, mudaram de cidade. Um "tá" em Nova York, o outra "tá" em Guarapari. A outra mora em Pernambuco. E o seu João mora numa cidadezinha do interior de Goiás. Os filhos já o visitaram. Mas não o visitam mais.
E a esposa?
Morreu. Ele é viúvo. Vive de aposentadoria. No mês passado mesmo, o barracãozinho foi assaltado.
É, levaram a tv velha de 21 polegadas que ele ganhou de sua vizinha Matilde e o resto do dinheiro de sua aposentadoria que estava guardado embaixo do colchãozinho fino amarelo.
Mas você está com pena do seu João? Ele nem está aí para o que você pensa dele. Ele é alto astral. Se abateu um pouco esse mês por causa do ocorrido. Mas já está bem melhor. Ele é amado pela vizinhaça, brinca com os meninos da rua. Anda, e como anda. Visita a casa dos vizinhos.
E como ser feliz em meio a tamanho sofrimento? Será que ele fez algo a seus filhos? A sua família? Por que todos sumiram? Por que faziam tantos anos que os filhos não mais o visitavam?
Numa conversa com o seu João, Ana Paula o questionou sobre vários temas de sua vida. Mas afinal, quem é Ana Paula? Ah! Ela é a filha da vizinha Matilde, lembra? Que deu um tv velha para ele. Ana sempre o ajudou no que pôde, deu conselho, deu comida quando faltou, já o chamou para as confraternizações de final de ano e sempre vai no barracãozinho dele com o seu namorado.
João sempre reservado, não revelava muitas coisas para ninguém. Do seu João, Ana Paula conseguiu descobrir que existiu uma contenda entre ele e o seu filho mais velho, que mora atualmente em Nova York e que havia 15 anos que não via a sua filha caçula. A sua filha o visitou já, no mesmo barracãozinho há 5 anos, mas não o via porque não tinha condições financeiras para o visitar.
Mas, será o que esconde o passado de seu João? (CONTINUA...)
Homenagens aos Homens que Prestam
Estórias homenageando os homens. Pelo menos os que prestam kkkk...
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sábado, 13 de fevereiro de 2016
FERNANDO - PARTE 1 ...
Há muitos anos, num reino distante ...
Existia um castelo onde morava o rei Arthur e a rainha Maristela.
Eles tiveram 3 filhos: Salomão, 30 anos. Salomé, 24 anos e Musbah de 18.
Na mansão próximo ao castelo morava Ferdinando Arthur, um dos fazendeiros mais bem sucedidos do reino. Ele era viúvo e de bom coração. Morava com a governanta e o seu único filho Fernando, de 17 anos.
Naquela época machista, os vários reinos não poderiam admitir escolas para as meninas. Portanto o rei Arthur convocou a todos os poderosos da região, cujo nome era Valentinópolis, singela homenagem ao falecido pai de Arthur, o rei Valentim. E propôs a quebra dessa regra naquela metrópole.
Mesmo com a maioria não concordando, o rei decretou a última palavra e sancionou a lei, liberando a escola para mulheres.
No ano seguinte, alguns pais que concordavam com tal lei, levaram suas filhas para estudar. As mais velhas, como Alice que já tinha 18 anos, começaram desde o princípio de suas séries. De acordo com o esforço e com a rapidez no aprendizado, elas já iam para as series seguintes, mas não cresciam ainda, profissionalmente.
Alice era filha de um dos membros da associação dos arraiais mais pobres da região. Dono de um pequeno pedaço de terra, era casado com Dona Celi e tinha importantes influências com o rei. Por isso, conseguiu colocar sua filha nos estudos.
Musbah e Fernando estudavam na mesma turma. Até nos treinos das lutas eles estavam juntos. Eram grandes amigos. O problema é que ambos ficaram apaixonados pela mesma mulher.
O filho do rei era custoso. Participava de grandes festas com banquetes fartos, bebedeira, danças e orgias. E o pai de Alice contava tudo para a família a respeito de tais festas. Ele era um dos raríssimos pais que não queria que a filha virasse princesa porque Salomão e Salomé já eram filhos casados.
No grande salão do castelo, usado para refeições, Musbah diante de toda família contou a vontade que tinha de tornar Alice a sua grande princesa. No outro dia, na enorme biblioteca da escola, ele a procurou para conversar. E disse que a amava e que a desejava. Mas ela respondeu:
- Desculpe-me príncipe, mas o meu coração já tem dono.
- Dono? Como assim dono? Mas eu que vou ser o rei. Como negas a ser uma princesa. Seu pai vai odiar isso.
- Não me importo. Estou quase sendo correspondida. Não me paqueres mais.
E foi embora.
Musbah prometeu descobrir quem é o homem rival. E prometeu guerra.
Numa confraternização na escola, Fernando e Alice se conheceram. (CONTINUA...)
Existia um castelo onde morava o rei Arthur e a rainha Maristela.
Eles tiveram 3 filhos: Salomão, 30 anos. Salomé, 24 anos e Musbah de 18.
Na mansão próximo ao castelo morava Ferdinando Arthur, um dos fazendeiros mais bem sucedidos do reino. Ele era viúvo e de bom coração. Morava com a governanta e o seu único filho Fernando, de 17 anos.
Naquela época machista, os vários reinos não poderiam admitir escolas para as meninas. Portanto o rei Arthur convocou a todos os poderosos da região, cujo nome era Valentinópolis, singela homenagem ao falecido pai de Arthur, o rei Valentim. E propôs a quebra dessa regra naquela metrópole.
Mesmo com a maioria não concordando, o rei decretou a última palavra e sancionou a lei, liberando a escola para mulheres.
No ano seguinte, alguns pais que concordavam com tal lei, levaram suas filhas para estudar. As mais velhas, como Alice que já tinha 18 anos, começaram desde o princípio de suas séries. De acordo com o esforço e com a rapidez no aprendizado, elas já iam para as series seguintes, mas não cresciam ainda, profissionalmente.
Alice era filha de um dos membros da associação dos arraiais mais pobres da região. Dono de um pequeno pedaço de terra, era casado com Dona Celi e tinha importantes influências com o rei. Por isso, conseguiu colocar sua filha nos estudos.
Musbah e Fernando estudavam na mesma turma. Até nos treinos das lutas eles estavam juntos. Eram grandes amigos. O problema é que ambos ficaram apaixonados pela mesma mulher.
O filho do rei era custoso. Participava de grandes festas com banquetes fartos, bebedeira, danças e orgias. E o pai de Alice contava tudo para a família a respeito de tais festas. Ele era um dos raríssimos pais que não queria que a filha virasse princesa porque Salomão e Salomé já eram filhos casados.
No grande salão do castelo, usado para refeições, Musbah diante de toda família contou a vontade que tinha de tornar Alice a sua grande princesa. No outro dia, na enorme biblioteca da escola, ele a procurou para conversar. E disse que a amava e que a desejava. Mas ela respondeu:
- Desculpe-me príncipe, mas o meu coração já tem dono.
- Dono? Como assim dono? Mas eu que vou ser o rei. Como negas a ser uma princesa. Seu pai vai odiar isso.
- Não me importo. Estou quase sendo correspondida. Não me paqueres mais.
E foi embora.
Musbah prometeu descobrir quem é o homem rival. E prometeu guerra.
Numa confraternização na escola, Fernando e Alice se conheceram. (CONTINUA...)
Boas Vindas
Olá pessoal. Boa Tarde
Seja bem-vindo ao meu novo blog e espero que vocês realmente gostem tá.
Homens que não prestam é o que mais tem, tanto que as mulheres até falam:
- Todos os homens são iguais...
Será que são mesmos?
A maioria dos homens não prestam (assassinos, pedófilos, estupradores, articuladores, espertalhões, frios, calculistas, bandidos, que brincam com os sentimentos dos outros)... mas aos que prestam, esse blog fará várias histórias com homens que se deram bem na vida ao colher o bom fruto de suas boas escolhas da vida...
Não somos vagabundos, somos batalhadores.
Somos trabalhadores e estudantes.
Elas dizem que a gente é
Safado e cachorro
Que todos os homens são iguais.
Mas a gente paga o preço
Por causa de alguns homens
Que pega a mulher só pra transar.
Mas, existe outro grupo.
De homens diferentes
Que são verdadeiros e honestos
Que não traem; que são sempre leais.
Psicologicamente e emocionalmente resolvidos.
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